Bom, é o que diz o físico e astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser. De acordo com ele, o que nos impossibilita de fazer uma visita ao planeta vermelho (Marte) - e até mesmo ficar lá por um tempo maior -, é "meramente" tecnológica. Falta investimentos em pesquisas que produzam equipamentos para proteger o ser humano da radiação. " A radiação, por exemplo, é intensa, temos que desenvolver formas de nos proteger contra isso", diz ele.
Parece que há uma desconfiança, quando se trata de investir em algo como ir até marte. Mas diante de bilhões gastos em um único veículo que foi para o espaço recentemente, está bem claro que, investir em uma viagem tripulada até Marte é uma questão não somente tecnológica, mas também política. Questão esta, nas mãos de Estados Unidos e China.
Marcelo Gleiser afirma ainda; "Nossos bisnetos vão tirar férias em Marte. Vai ter colônias de férias no planeta para eles. Vejo isso como uma espécie de necessidade evolutiva, é só olhar para a história da colonização do planeta Terra". Vindo de um cientista fantástico como ele, devemos ao menos levar em consideração, pensar que haverá um tempo que uma ida até Marte, será algo mais comum do que imaginamos, como viajar no fim de semana para visitar algum parente.
Então, ao passo de que ir até o planeta vermelho ainda é um desafio, colonizá-lo é um assunto que hoje fica apenas como uma esperança futura, um vislumbre. Algo que não é tratado pelos cientistas como realidade nas próximas décadas. Um pensamento meu. Acredito que colonizar outro planeta, ainda que seja marte - planeta relativamente próximo -, é muita ficção científica. Mas o futuro nos reserva grandes surpresas, a tecnologia avança rapidamente, ninguém sabe para onde a inteligência pode levar o ser humano, muitos esperam que seja para bem longe, até mesmo para fora do nosso "quintal", chamado Sistema Solar.
A busca continua, planetas semelhantes ao nosso são a grande busca dos cientistas. Considerando as milhões de galáxias e consequentemente um número extraordinário de planetas espalhados por esse universo que parece não ter fim, encontrar algum planeta habitável é questão de tempo, tempo para que novas tecnologias sejam inventadas. Isso sem levar em consideração a existência dos Universos Paralelos, mas isso é um outro assunto, muito interessante por sinal.





