Houve um tempo no qual a carta era o único meio de comunicação, meio este que proporcionava que pessoas mantessem uma comuniocação mesmo que em distâncias muito grandes.
Mas pensando em pleno século 21, é algo extremamente raro alguém enviar ou receber cartas, claro que não direi que esteje extinto, pois seria um exagero.
Contamos hoje com um arsenal de produtos tecnológicos: celulares, camêras, a própria internet e os e-mails; no meio disso tudo a carta fica como um modo obsoleto de comunicação. Mas quem não gostaria de receber uma carta de um amigo ou de um namorado? Parece que há um romantismo em se escrever uma carta àlguém, algo shakespeareano.
Existe algo na carta que faz com que, mesmo depois de séculos e de inumeras tecnologias criadas com o intuito de facilitar a comunicação, ela ainda seje usada, uma "mágica" que não a deixa cair no esquecimento, um hábito que talves algumas pessoas ainda possuam.
Mas pensando em pleno século 21, é algo extremamente raro alguém enviar ou receber cartas, claro que não direi que esteje extinto, pois seria um exagero.
Contamos hoje com um arsenal de produtos tecnológicos: celulares, camêras, a própria internet e os e-mails; no meio disso tudo a carta fica como um modo obsoleto de comunicação. Mas quem não gostaria de receber uma carta de um amigo ou de um namorado? Parece que há um romantismo em se escrever uma carta àlguém, algo shakespeareano.
Existe algo na carta que faz com que, mesmo depois de séculos e de inumeras tecnologias criadas com o intuito de facilitar a comunicação, ela ainda seje usada, uma "mágica" que não a deixa cair no esquecimento, um hábito que talves algumas pessoas ainda possuam.













