17.6.08

Os Egípcios e suas peculiaridades

Os egípcios foram com certeza, uma das maiores civilizações que já habitaram este planeta. Eles foram simplesmente fantásticos! Construíram pirâmides, templos, grandes obras que até hoje desafiam a ciência e todos os que adentram esse grande universo chamado de Civilização Egípcia. Por isso eles possuíam certas peculiaridades entre elas:

Sem Cérebro!...

Ainda bem que os egípcios não tinham idéia da importância do cérebro para o organismo, porque trata-se do único órgão para o qual eles não desenvolveram um procedimento de preservação. Os egípcios acreditavam que a sede do pensamento era o coração, e não o encéfalo. Aliás, o cérebro era deliberadamente destruído, por ser extremamente aquoso. Os embalsamadores inseriam um pedaço de arame no nariz do morto, quebravam o osso que separa a cavidade nasal da cavidade craniana e giravam o arame rapidamente, como um liquidificador, até que o cérebro virasse uma papa e pudesse escorrer para fora do nariz do defunto quando ele fosse virado de ponta-cabeça.

Depois disso, era feita uma incisão no abdômen, retirando dela o estômago, o fígado, os intestinos e os rins. Só o coração era deixado no interior do corpo. Os demais órgãos iam para minissarcófagos especiais, os chamados vasos canópicos, e colocados ao lado do caixão do morto. Para retirar ainda mais a umidade do corpo do morto, ele era coberto com uma mistura de carbonato de sódio, bicarbonato de sódio e sal de cozinha durante 35 dias. Depois era finalmente enrolado nas bandagens características das múmias que conhecemos. 

Cerca de 70 dias após a morte, o morto era finalmente levado à sua tumba. Como a múmia estava com a boca coberta com bandagens, era feito um ritual para "abrir sua boca", de maneira que ele conseguisse falar e comer no outro mundo. A cerimônia terminava com um sacerdote dizendo as palavras: "Tu és jovem de novo, tu vives de novo, tu és jovem de novo, tu vives de novo, para sempre".

Eles realmente levavam a sério, para eles a morte não era o fim, era o início de uma outra vida em um outro lugar.

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